Os mitos à volta da cozinha, apenas me desafiam a entrar num ambiente que sempre gostei. Comer é um prazer, um acto social. Gosto de experimentar novos sabores e novas formas de cozinhar. Recordo os cheiros e sabores da infância, assim como após as minhas viagens venho para casa tentar reproduzir ou adaptar pratos que provei de outras culturas. Ouse e surpreenda os seus convidados ou a si próprio. Cozinhe,... sem tabus!


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domingo, 21 de agosto de 2011

Bruschetta de Farinheira e Figo



Bruschetta de Farinheira e Figo


Ingredientes (por pessoa):

1 fatia de pão tipo Mafra
1 rodela de farinheira
1 fio de azeite
3 rodelas de figo maduro
3 raminhos de agrião ou rúcula


Preparação:

Torre as fatias de pão. Coloque as rodelas de farinheira uns segundos no micro-ondas para amolecerem. Passe um fio de azeite pelas torradas e barre com a farinheira. Disponha as rodelas de figo. Leve ao forno um minuto apenas para aquecer e amolecer a farinheira.

Sirva como entrada decorada com uns raminhos verdes (usei agrião, mas rúcula também fica bem).




terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Tarte de Figo e Alfarroba



Quem já experimentou a farinha da alfarroba sabe que engana uns quantos... a cor não é de chocolate. Mas na verdade esta tarte até tem um pouco de chocolate, mas branco!

Para a base da tarte:

250 gr de figos secos (dê preferência à variedade "pingo mel")
1/2 pacote de bolacha tipo "Maria"
1 mão de amêndoas
2 colheres de manteiga

Corte os figos em quatro depois de extrair a parte dura do "pé". Junte a bolacha e as amêndoas. Triture na picadora. Faça-o em duas vezes, os figos ficam numa pasta grossa. No final junte a manteiga derretida e incorpore com os dedos. Forre o fundo de uma tarteira untada e calque bem para ficar uniforme e da mesma altura.


Para o recheio:

100 gr. de açúcar
3 ovos
75 gr de manteiga sem sal
125 gr de chocolate branco
50 gr de farinha de alfarroba
25 gr de farinha de trigo

Separe as gemas das claras. Bata o açúcar com as gemas. Em banho-maria ligue a manteiga como o chocolate branco. Deixe arrefecer um pouco para não cozer os ovos ao misturar. Bata bem. Por fim junte aos poucos as duas farinhas misturadas. Bata as claras e finalize incorporando suavemente.

Deite o preparado sob a base de figo e leve a cozer 10 minutos a 180º.

A mistura de sabores é excelente e a base de figo é diferente, faz-me lembrar o pão de figo e amêndoas, não sei se conhecem? É como se fosse do tamanho de um bolo de mel da Madeira mas um prensado de figos secos e amêndoas.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Bolo de Figo na Caneca





E se lhe apetecer um bolo mas... não quer fazer um daqueles grandes, ... nem se quer penitenciar por ter comido fatias e mais fatias, ... mas apetece-lhe. A solução é simples: faça um bolo na caneca. Cinco minutos e está pronto e quase não suja louça.

Todos nós devemos ter o nosso tempo e espaço pessoais já que a maioria dele é para a família e para o trabalho. No seu tempo pessoal, faça este bolo (ou uma adaptação dele) desfrute sozinho(a) de uns minutos de sossego, longe da algazarra das crianças, sem o marido ou a esposa. Seja um pouco de criança, qual de nós não comeu já doces às escondidas? Saboreie e devore esta caneca, lave-a e logo logo já estarão ai a entrar as crianças e os maridos. 

Bolo de Figo na Caneca:

Ingredientes:

1 ovo
4 colheres de sopa de leite
3 colheres de sopa de óleo
2 colheres (rasas) de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de doce de figo
5 colheres (rasas) de farinha de trigo
1 colher de café de farinha de alfarroba
1 colher de café de fermento para bolos
pinhões para decorar


Preparação:

Pode bater o bolo directamente na caneca adicionando os ingredientes um a um. Eu prefiro bater num recipiente pequeno à parte. Estas quantidades dão para duas canecas com capacidade de 300 ml.

Num recipiente pequeno bata o ovo com uma vara de arames. Junte o óleo e misture. Em seguida o açúcar e as duas colheres de doce de figo. Usei este que tinha feito no Verão. Continue a bater. Prossiga com as colheres de leite e por fim junte a farinha misturada com o fermento e a colher de café de farinha de alfarroba. Misture bem. Obterá uma massa um pouco mais líquida que a de um bolo normal.

Utilize mesmo a medida de colheres rasas. Se usar colheres bem cheias de farinha ou açúcar irá ficar com o bolo demasiado duro.

Unte ligeiramente a caneca com um pouco de manteiga ou use o spay da Espiga que facilita imenso esta tarefa. Deite massa em duas canecas até metade da capacidade. Leve cada caneca (em separado) ao microondas por 3 minutos exactos na potência máxima.

Vai crescer até ao bordo da caneca ou mesmo superá-lo. Decore com pinhões e coma-o da caneca ainda morno. Se preferir desenforme. Pode também comer frio.

Discretamente lave a caneca e ninguém lá em casa precisa de saber o que aconteceu! Eu prometo que não vou contar nada!   

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A Melancia e o Figo Encontraram-se...




Doce de figo, mascarpone e melancia em base de massa filó.

No Domingo passado ainda consegui um excelente dia de praia, mesmo por aqui pelos lados de Lisboa. As águas da margem sul estão a temperaturas nunca sentidas. Imaginem na praia da Fonte da Telha, um pouco mais a sul junto às arribas fósseis avistei três golfinhos a passearem literalmente a menos de 50 metros da areia. Estiveram em passeios para cá e para lá, com alguns saltos espectaculares. Foi pelo menos meia hora a uma hora sempre com eles à vista. Quem passava não poderia ficar menos do que atónico! Eles terem saído da zona de Troia/Sado só justifica como as águas estão boas para até os golfinhos irem dar uma voltinha.

Um nadador mais curioso nadou em direcção aos golfinhos. Viu-se perfeitamente que eles deram a volta ao homem a menos de cinco metros. Foram circundá-lo num ar curioso. São uns animais fantásticos. Depois de muito saltitar para galgar as ondas e mergulhos e mais mergulhos, na chegada a casa ainda houve paciência para pôr os convidados à espera... que finalizasse a sobremesa.

Tinha já preparado umas caixas de massa filó que aproveitei de Sábado quando fiz os figos em massa filó. Preparei e cozi as caixas como indiquei na receita de Terça-Feira. Conservam-se estaladiças alguns dias, desde que bem fechadas numa caixa hermética.


Ingredientes: (para 4 pessoas)

4 caixas de massa filó cozida
250 gr. de queijo mascarpone ou equivalente (queijo creme para barrar, queijo Phyladelphia,...)
3 colheres de sopa bem cheias de doce de figo
1 colher de sopa de açúcar em pó
amêndoas laminadas para decorar
4 bolinhas de melancia


Preparação:

Misture muito bem o queijo creme com o doce de figo e o açúcar em pó. Uma dica: o açúcar em pó é três a quatro vezes mais caro que o açúcar branco granulado. Prepare só a quantidade que precisa colocando o açúcar na picadora 1-2-3. Active a máquina por 20 segundos e já está: açúcar em pó sem gastar mais um cêntimo. Se sobrar guarde fechado, o açúcar tem data de validade ilimitada.

Como só fiz quatro caixas de filó, achei que não valia a pena ligar a batedeira, misturei bem com uma colher. Pode deixar este creme preparado umas horas antes (o que é preferível). Terá de montar a sobremesa apenas no momento de servir para evitar que a massa filó fique húmida e perca a característica estaladiça.

Com o saco de pasteleiro encha as caixas. Coloque uma bolinha de melancia no centro e decore com lâminas de amêndoa à volta. O creme e a fruta devem estar bem frescos. Sirva de imediato e delicie-se com o doce e o estaladiço da massa combinados com os sucos da melancia.

Toda a gente adorou e ainda assistiram à montagem da própria sobremesa. Só me perguntavam: "Que nome vais dar a isto?". Disse-lhes: "Sei lá,... logo penso nisso".





terça-feira, 7 de setembro de 2010

Figos em Massa Filó





Já que estive a mexer em farinha de alfarroba para fazer umas trufas (receita de ontem), decidi combiná-la com figo. Para descobrir o fruto recheado é preciso desbravar algumas camadas de massa filó, a qual deixei ficar bastante estaladiça. Um figo recheado de surpresas.

Ingredientes:

Massa filó
4 figos
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de canela
1 colher de chá de farinha de alfarroba


Preparação:

Compre uma embalagem de massa filó, eu utilizei uma parte de uma que tinha congelada. A massa filó para quem não conhece é muito fina e parecida à massa dos pasteis de Tentúgal. Existe nos hipermercados junto à massa folhada e quebrada.

Corte a massa em quadrados que cubram uma forma de queque. Utilize dois quadrados sobrepostos mas desencontrados por cada figo. Forre desajeitadamente as formas de queque.




Lave os figos e corte o topo de forma a que fique com umas tampas. Retire o interior da fruta com cuidado para não perfurar os figos.





Misture a polpa do figo com o açúcar, canela e a farinha de alfarroba. Volte a encher os figos.




Coloque-os dentro da massa filó e acomode-a de modo a que fique a ver-se a ponta do fruto.




Disponha as formas de queque com os figos em massa filó num tabuleiro de ir ao forno. Deixe cozer 10 minutos aproximadamente em temperatura de 175º-180º. Deixe tostar bem a massa para que fique muito estaladiça e com cor dourada. Vigie o forno porque um minuto pode fazer a diferença e a massa passar a queimada.

Sirva morno ou fria mas não muito tempo depois de terminar esta sobremesa, senão a massa perde o efeito estaladiço e os sucos do figo humedecem a base. Uma opinião final: acho que o figo liga bem com a farinha de alfarroba (por exemplo em tartes), com figos frescos também gostei da mistura, não esquecendo também o toque da canela. Esta sobremesa é que se pode mesmo chamar de "um figo".




quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fatias Integrais de Figo e Coco





Esta sobremesa não tem sequer uma grama de açúcar e a inspiração veio de umas fatias integrais com coco que comi num sítio de comida macrobiótica há já vários anos. Apenas juntei os figos que estão a acabar, depois de forte abastecimento na última semana. Diria que os vegetarianos e os aversos a açúcar encontrarão aqui um oásis. Nada de ovos, nada de açúcar, apenas imaginação e quatro ingredientes.

 
Ingredientes:

4 fatias de pão de forma integral (sem côdea)
8 figos maduros
3 maças (grammy smith ou reineta)
200 ml de água
200 gr de côco ralado
côco fresco para decorar
1 colher de manteiga


Preparação:

Comece por untar um tabuleiro de ir ao forno com manteiga. Em seguida descasque as maças e corte-as aos pedaços. Coloque a cozer com a água em lume brando por 10 minutos aproximadamente, até estarem bem cozidas mas sem se desfazerem.

Coe o líquido das maças e no próprio coador calque-as para que libertem todo o sumo. Reserve o puré de maça. Deixe arrefecer o líquido obtido.

Em seguida com uma faca de pão com bom corte abra cada fatia de pão-de-forma integral ao meio como se fosse fazer uma sandwich. Molhe rapidamente uma metade no líquido das maças e passe em seguida pelo coco ralado (como se estivesse a fazer um panado). Disponha as quatro fatias no tabuleiro, com o coco virado para baixo. Pele os figos e fati-os. Disponha-os sobre as metades de pão integral. Repita o mesmo com as restantes metades de pão (molhe no líquido da maçã e passe pelo côco ralado). Disponha por cima e feche as sandwich's.

Leve a forno médio por 20 minutos até o coco começar a dourar. Deixe arrefecer e guarde no frio para humedecerem um pouco. No momento de servir, esconda o efeito sandwich colocando  o puré da maçã à volta de cada fatia. Só com a primeira garfada é que virão os comentários de surpresa. Não se esqueça de decorar com um bocadinho de coco fresco ou um quarto de figo.

Todo o açúcar desta sobremesa vem das frutas. Nada de ovos nem gorduras. Deixo para a vossa imaginação como será uma garfada, com os figos  no seu interior. Espero que gostem da proposta de hoje e,... bom apetite!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Doce de Figo




Estou como a formiga: a encher o celeiro para o Outono. Desta vez não resisti ao doce de figo. Finalmente este fim-de-semana tive a oportunidade de ter à disposição os deliciosos figos em quantidade generosa. A minha preferência e ligação a eles já aqui expliquei, vem de família e desde a infância. Se me pedirem para enumerar as três frutas preferidas diria sem dúvida: figo, morango e cereja (sem qualquer ordem de preferência).

Eu próprio no Domingo, com um calor abrasador, fiz um passeio ao campo e colhi os melhores frutos das figueiras que estão a dar nesta altura: os lampos pretos.

Das receitas que vi aqui pela blogosfera, a primeira coisa que me chamou a atenção era aquela cor tipo lama. Deveras pouco convidativa, no entanto sendo estes figos avermelhados por dentro  imaginei que a coisa saísse mais colorida. Penso que ficou mais atractivo e o sabor e resultado final superou as minhas expectativas.


Ingredientes:

1,5 kg de figos descascados
1 kg de açúcar
100 ml de água
1 pau-de-canela
1 tira de casca de limão


Preparação:

Descasque os figos e corte-os ao meio. Prefira-os maduros. Junte o quilograma de açúcar, o pau-de-canela e o decilitro de água. Coza em lume brando mexendo de vez em quando com uma colher-de-pau. Cozi no total uma hora. Aos 50 minutos desliguei o lume e triturei com a varinha. Voltei a colocar a engrossar um pouco mais nos 10 minutos seguintes.

Rendeu 5 potes de compota. Contas feitas cada pote ficou-me a 0,13 € (treze cêntimos)!!! As contas são simples: 1 kg de açúcar que tinha comprado com 50% de desconto ficou em 0,34 mais 0,30 aproximadamente de gasto de gás, o pau-de-canela veio de algures de uma não-utilização num café e os figos e  limão foram gratuitos. Mesmo com a compra de 2 kg de figo a aproximadamente 3,50 €/kg, acaba por compensar. Os bons doces de figo não estão na prateleira do hipermercado, mas em algumas lojas gourmet e a preços pouco convidativos.

O resultado final ficou excelente, sabe mesmo a figo e o sabor a canela e limão é muito discreto. Experimentem, arrisquem, ... já sabem, sem tabus!

Uma curiosidade: o local onde até hoje vi maior concentração de doces e especialmente de figo foi na ilha Francesa - Córsega. Desde o simples, ao que tem nozes, amêndoas, figos verdes tipo cristalizados, etc... A pergunta que era feita no aeroporto a todos os passageiros era "Vous avez quelque confiture dans votre sac?" (Você tem algum doce no saco/mochila?). Como os potes de doce tem mais de 100 ml, não podem ser transportados na bagagem de mão. Achei curioso a pergunta. Mas eu também não fugi à regra: também vinha na minha mala um frasquinho de doce de figo!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Simplesmente Figos


No primeiro fim-de-semana de Junho provei os primeiros figos do ano. Hoje a receita não leva açúcar, nem farinha, muito menos canela. Não precisa de sujar tachos e panelas, porque são... simplesmente figos.

Na minha família sempre tive acesso fácil a figos e se me perguntarem os três frutos que mais gosto diria sem dúvida: cerejas, morangos e figos (sem qualquer ordem de preferência). Adoro saborear os figos acabadinhos de sair do frigorífico.

Recordo-me de em criança uma das minhas avós me convidar com alguns dias de antecedência e dizia-me: "Filho, amanhã vamos apanhar os figos... vens com a avó." Aquilo não era uma pergunta, nem uma ordem, era um facto. E eu adorava ir sózinho com ela a uma determinada parcela de terra que tinha essencialmente figueiras. Como qualquer criança trepava pelas árvores acima e mesmo a ouvir a avó dizer: "Se não desces já daí para o ano que vem ficas em casa...". E assim me recordo dos primeiros calores de Junho e de testar o sabor dos figos junto à figueira.

Para perceber a importância das figueiras na família, o meu pai actualmente (e seguramente pela influência dos meus avós), tem junto sua residência sete figueiras, enquanto que outras árvores o mais que se repetem são duas oliveiras. Além destas sete para consumo doméstico, tem um campo onde plantou umas 40 a 50 figueiras. Teria eu uns 13 anos e ajudei-o a plantá-las, hoje estão umas árvores enormes (são como que as suas coqueluches) e o que delas colhe comercializa.

A figueira requer muito poucos cuidados, praticamente nenhuns além da poda. Os melhores figos vêm de árvores que não são regadas e que vivam em terrenos de sequeiro, terrenos irregulares, com algumas rochas à mistura. A árvore tem uma enorme capacidade de procurar e reter água.

Quanto às espécies que conheço e que tenho acesso: o figo lampo pardo, lampo preto, pingo d'mel e o figo dos caçadores (não sei o nome da espécie, mas foi-lhe dada a alcunha à figueira dos caçadores porque os seus figos são de Setembro, época da caça e sempre testados pelos senhores de tal desporto. As cascas à volta da árvore e os cartuxos de pólvora das caçadeiras à volta de uma figueira dessas ter-lhe-ão dado a alcunha).

Os primeiros a aparecer são o lampo pardo, durante o Junho até dia 20 mais tardar. Também durante Junho vem depois o lampo preto, aqueles que tem a pele como se fosse uma beringela. Em Julho os pingo d´mel são de cor verde muito claro, alguns amarelos e dos mais doces entre todos, alguns costumam revelar uma gota de uma calda/resina derivado da elevada concentração de açúcar, daí o seu nome pingo d'mel. Em final de Agosto e início de Setembro algumas árvores dão uma segunda camada de figos. Por fim a tal figueira dos caçadores só começa a dar fruto lá para 15 de Setembro. Conta o meu pai que em anos que o Verão se prolonga, já teve figos no 5 de Outubro. Estes figos tardios, são excepcionais, são de casca verde alface mas por dentro são de um vermelho muito vivo, tal qual o morango. O seu sabor é um ligeiramente agridoce, como se lhe tivéssemos colocado duas gotinhas de limão. São óptimos porque saboreiam-se numa altura que já se pensa que... figos só para o ano que vem...

Quanto a receitas de figo, até hoje fiz muito pouco. Lembro-me de ter preparado um tarte em que a cobertura eram figos às rodelas, já usei em entradas com queijo, são bons nas saladas, na salada de fruta. Nunca fiz doce de figo (curioso!), para quem até consegue ter figos com alguma facilidade! Para mim eles já tem uma história de família, já nasci e cresci com figueiras por perto, daí talvez o facto de os apreciar no melhor que eles são,... simplesmente figos.
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